Sucesso entre a população, Pix ganhará novas funcionalidades. Veja quais são

Além de estender funções do sistema, BC deve adotar recursos de acessibilidade para pessoas com deficiência
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O Pix chegou como quem não queria nada, mas rapidamente caiu nas graças dos brasileiros. O sistema de transações instantâneas do Banco Central (BC) foi lançado em novembro do ano passado e já é o segundo método de pagamento preferido pela população, conforme mostrou pesquisa da processadora Fiserv.

Por isso, o órgão já planeja novas funcionalidades para o Pix e, inclusive, trabalha com um cronograma de implantações para 2021. Além dos recursos atuais, a expectativa é que o sistema também seja integrado ao Open Finance e receba recursos de acessibilidade para pessoas com deficiência.

O que vem pela frente

A segunda fase da agenda evolutiva do Pix, que deve ser concluída ainda neste semestre, começa com o suporte para conta salário e integração com a agenda dos smartphones, facilitando as operações entre usuários que tenham o número de celular como chave. Posteriormente, a plataforma deve ganhar um mecanismo especial para devoluções, que deve viabilizar um conjunto de regras para estornos de transações em caso de fraudes bancárias ou de falhas operacionais.

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Na sequência, o objetivo é implantar o Saque Pix como uma alternativa às retiradas feitas em caixas eletrônicos. O serviço vai permitir que os consumidores obtenham dinheiro em espécie em lojas físicas, como supermercados, drogarias e conveniências. 

É previsto, ainda, também para este ano, o Pix offline como uma maneira de superar a limitação de conexão à internet. E, por fim, alinhada ao modelo Open Banking (ou Open Finance), a meta é permitir que empresas não bancárias — como o WhatsApp — atuem como iniciadoras de transações. Ou seja, que façam a intermediação entre o pagamento e o recebimento do valor quitado via Pix.

Para 2022, o BC também planeja incluir mais opções para o meio de pagamento instantâneo. Já no primeiro semestre, devem entrar em operação o Pix Garantido, com possibilidade de parcelamento de compras; e o Pix Débito Automático, para agendamento de pagamentos em datas futuras. E os esforços vão ainda mais longe: uma evolução do Pix para o “Real Digital”, uma moeda totalmente virtual. Mas essa novidade ainda não tem data prevista. 

Caminho sem volta

O Pix foi criado com o objetivo de permitir que operações financeiras básicas, como pagamentos e transferências, fossem realizadas de forma mais rápida, em poucos segundos, e a qualquer hora do dia. Atualmente, o serviço está disponível para contas corrente, poupança ou pré-paga de todas as instituições financeiras cadastradas no Banco Central. Isso garante que qualquer brasileiro, seja pessoa física ou jurídica, consiga usar a função, precisando apenas do cadastramento de uma chave de registro.

Recentemente, em evento virtual, o presidente do BC, Roberto Campos Neto, destacou o sucesso do sistema e lembrou que o resultado esperado para um semestre foi alcançado logo após o lançamento. “Esperávamos algo como 20 milhões em seis meses e isso foi feito em poucos dias”, ressaltou.

De acordo com dados do próprio órgão, ao todo, são mais de 274 milhões de chaves cadastradas, com um número de transações que passa de 1 bilhão. Também já foram movimentados mais de R$ 1 trilhão por esse meio de pagamento. Certamente, uma operação de sucesso.

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