Conheça Drica Azevedo, atleta de paracanoagem patrocinada pela VCRP Brasil

O investimento, que contempla recursos financeiros e entregas por meio dos 3 braços de atuação, reforça as ações de iniciativa pró-diversidade e inclusão da empresa
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A falta de investimentos em atletas brasileiros foi uma das pautas mais debatidas nos Jogos Olímpicos de Tóquio. Foi diante deste cenário que os sócios do grupo VCRP Brasil identificaram um público que lida diariamente com a invisibilidade profissional. Nas últimas semanas, a agência anunciou o patrocínio de Drica Azevedo, atleta de paracanoagem, o que reforça o seu propósito de diversidade e inclusão ao investir recursos financeiros e de trabalho. 

“Eu me senti muito feliz e valorizada ao receber o apoio da VCRP Brasil, pois me deu um novo fôlego e me ajudou a sanar algumas despesas e dar uma remuneração ao meu treinador, que é um dos grandes responsáveis pelo meu progresso na paracanoagem”, revela a atleta.

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Participante do programa Bolsa Atleta do Governo Federal desde 2008, da categoria Nacional, Drica afirma que ser bolsista ajuda, mas ainda não é suficiente com todas as despesas geradas com o dia a dia de treinos e competições em âmbito nacional.  “Os investimentos do governo aos atletas e paratletas são de suma importância e precisam ser mantidos e constantemente atualizados. Tendo em vista que o esporte é uma importante ferramenta de inclusão, resgate, autoestima e resiliência”, conta.

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Confira abaixo nossa entrevista com a atleta e conheça um pouco mais sobre sua história: 

Você iniciou sua carreira como atleta de natação, com quantos anos começou a praticar o esporte? Como era a sua rotina?

Comecei com menos de dois anos na natação, após ter sido contaminada pelo vírus da poliomielite, aos 11 meses de vida. A natação me alfabetizou para a vida e me tornou resistente. Fui atleta de natação dos 18 aos 38 anos de vida. Aos 28 anos, passei a ser bolsista, mas ainda assim trabalhava com tele-atendimento pela manhã e treinava à tarde.

Foi com a natação que percebeu que poderia atingir um nível profissional?

Com a natação senti que o esporte é o meu ofício, é a minha arte. Quando comecei a perder rendimento na natação devido a degeneração muscular causada pela Síndrome Pós-pólio, senti que precisava buscar outra modalidade se quisesse continuar no Esporte. Foi então que a paracanoagem veio até mim. Escolhi por ser um esporte aquático e por me identificar com essa modalidade. 

Encontrou alguma dificuldade no caminho por conta dessa mudança?

A dificuldade na mudança para paracanoagem foi por ser um esporte bem mais caro que a natação. Os materiais são bem mais caros.

Atualmente, em quem você se inspira? Pode ser atleta ou não. 

Sempre me inspirei no Michael Jordan, pela perseverança e disciplina.

Qual foi a sensação ao saber que foi convocada para a competição?

Fiquei muito feliz ao ser convocada. E logo veio a sensação que eu precisava focar mais ainda nos treinos, afinal iria estar disputando com as melhores atletas do mundo!

Como é a sua rotina de treinos normalmente? Mudou alguma coisa com o processo de treinamento?

Minha rotina de treino continua a mesma: treino na água, treino de força, treino mental e alimentação adequada. O que muda com a convocação é a intensidade dos treinos na água.

Embora já tenha participado de campeonatos e conquistado diversos deles, é muito diferente estar num evento dessa magnitude global?

Participar dessa competição no Japão é uma sensação completamente diferente, pois estou participando do maior evento do esporte. E conquistar isso, te coloca em outro patamar. É um divisor de águas na vida de qualquer atleta.

Quais são os ônus e bônus de ser um atleta profissional?

Ser atleta profissional me traz muitas alegrias, realizações e progresso enquanto pessoa. E nós traz uma responsabilidade gigantesca em se manter e sempre progredir nesse ofício. É um processo intenso, e que amo cada pedaço.

O que o esporte significa para você? 

Esporte pra mim significa inclusão, resiliência e resgate.

Qual a mensagem que você gostaria de deixar para jovens e crianças que pensam em ser atletas?

Se você ama o esporte, precisa entender que vai precisar aceitar todo o processo: perdas, ganhos, dificuldades (e são muitas) e vitórias, que vão depender de quão resiliente e esforçado você será.

AGENDA

A competição começa terça-feira, 24 de agosto, e termina no domingo, 5 de setembro. Vamos torcer muito por Drica Azevedo e nossos atletas! 

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