Warning: Trying to access array offset on value of type bool in /var/www/html/wp-content/plugins/seo-redirection-premium/custom/lib/cf.SR_redirect_manager.class.php on line 100 O efeito ‘Copa do Mundo’ para empresas e na economia - VCRP Brasil

O efeito ‘Copa do Mundo’ para empresas e na economia

Maior evento esportivo do planeta deve ter audiência de pelo menos 3 bilhões de pessoas

Não é lá uma novidade que o futebol seja o esporte mais popular do planeta. Nos finais de semana, muita gente gosta de bater uma bola ou acompanhar campeonatos como a La Liga (espanhol), a Premier League (inglês) e o Brasileirão. Em ano de Copa do Mundo, isso significa audiência, bastante visibilidade e um mundo de oportunidades para as marcas. Ou seja: Copa do Mundo e economia estão, sim, muito bem interligados.

Para se ter ideia, o Mundial disputado na Rússia, em 2018, teve 3,57 bilhões de pessoas acompanhando os jogos, metade da população global à época (7 bilhões). Patamar bem superior aos 1 bilhão de telespectadores que vivenciaram a disputa no Brasil, em 2014, por exemplo. Só nas finais, as últimas duas Copas alcançaram uma audiência de mais de 1 bilhão de fãs. 

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Segundo o site TV Pop, a Globo, emissora que detém a exclusividade dos direitos de transmissão, marcou uma média de 50,1 pontos de ibope na estreia do Brasil contra a Sérvia, chegando ao pico de 52,8 pontos. Nada mal para a era das redes sociais.

No Catar, ao menos 3 bilhões de pessoas devem assistir às partidas em casa, com 1 milhão de amantes do futebol se dirigindo ao país do Oriente Médio, segundo o estudo “A Indústria da Copa do Mundo”, produzido pelos analistas do BTG Pactual. O banco de investimentos aponta que da receita de US$ 6,4 bilhões da Fifa entre 2015 e 2018, 49% (US$ 3,1 bilhões) é referente aos direitos de transmissão do evento.

Copa do Mundo e economia: oportunidades para as empresas

Para as empresas, a Copa significa mais chances de aparecer. A pesquisa “O que os Fãs Querem”, da Nielsen, mostra que, definitivamente, o Brasil é o país do futebol: a popularidade do esporte por aqui é de 65%, bem maior do que na Itália e Espanha (com 57% cada), ou no Reino Unido, com 52%, e na França, com 43%. Assim, é natural que a economia brasileira seja beneficiada pela Copa.

E sai na frente quem tem ações para o evento. De acordo com a Nielsen, 67% dos fãs de futebol acreditam que as marcas são de fato mais interessantes quando estruturam ações de patrocínio para a Copa. Para este público, 56% diz que está mais propenso a se informar sobre uma empresa que patrocina o Mundial, bem maior do que a média geral da população – que tem 39%. 

Ainda, 59% dos amantes do futebol dizem que escolheriam um produto de uma marca patrocinadora em detrimento de um concorrente que está de fora, comparado à 45% da população geral.

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Não é à toa que companhias como a edtech BYJU’s e a popular marca de cervejas Budweiser estão entre os patrocinadores oficiais dos jogos. Ao que tudo indica, as iniciativas adotadas no Mundial geram benefícios a longo prazo.

Isso levou mesmo empresas que não estão entre os anunciantes a adotarem estratégias de marketing. A Pampili, marca de lifestyle para meninas, oferece tatuagens especiais temáticas distribuídas nas suas lojas físicas. A plataforma financeira Adyen resolveu transmitir os jogos da seleção brasileira em um telão instalado em um ambiente que lembra uma arquibancada. Por sua vez, a plataforma de câmbio Travelex Confidence vai sortear 30 camisas da amarelinha e 100 vouchers de R$ 50 para compras de artigos esportivos aos clientes.

Economia fortalecida

Em época de Copa, mesmo quem não é fã assíduo de futebol tira um tempo para assistir algum dos 64 jogos. O clima de festa pode ser observado em diversos aspectos. Para a economia, há um baita ganha-ganha. 

De acordo com estimativa da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), a realização da Copa deve injetar cerca de R$ 864,4 milhões nos bares e restaurantes do país, aumento de 8,3% sobre o Mundial da Rússia, já considerando a inflação. 

A CNC diz que o maior movimento deve gerar 7,7 mil vagas de empregos, sendo as principais garçons e auxiliares, com 23,4% das posições, cozinheiros, com 15,6%, e atendentes de lanchonete, que respondem por 15% dos empregos.

Além disso, é possível reparar toda a agitação nos mínimos detalhes. Neste ano, os álbuns de figurinha atingiram popularidade recorde, ainda que com valores bem mais altos em relação à quatro anos atrás – de R$ 2 para R$ 4 por pacotinho de 5 figurinhas cada. Sem falar nos bolões, que tomaram conta das discussões nas empresas e rodas de amigos.

Viva à Copa, viva o futebol!

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